Olha animaizinhos, tem coisas que a gente só compartilha com os amigos, e eu sei que posso estar me tornando repetitivo nos assuntos, mas eu preciso abrir meu coração: Eu Pulei!
Bem... um erro que eu não mais cometerei em uma quinta-feira: Comprar uma caixa de suco de laranja.
Meu pai não está tomando suco de laranja por causa da acidez, então eu abri a caixa e fui tomando aos pouquinhos. Brincando no notebook novo (uhu) e tomandinho suco de laranja. E vai... e mais suco...e mais um copo... e mais uma dose. Passou a noite, fui dormir. Acordei no meio da madrugada com sede. Pra minha sorte ainda restava alguns poucos goles de suco na caixa. Tomei... Ahhhh, delícia... gelado... gostoso!
Ouvi que perto das 7 da manhã meu pai entrou no banheiro para lavar-se. Não que seja da conta de alguém, mas ele é demorado (parece que deve se lavar umas 20 vezes bem lavadas cada parte). Enfim... cochilei novamente. Sabe aquele momento na vida em que você começa a enxergar algumas coisas? Eu abrir os olhos. Rapidamente. Algo acontecia dentro de mim.
Sim, senhoras e senhores, a laranja fez efeito e eu precisava ir ao banheiro. Como diria Allan Harper: "Eu não preciso ir ao banheiro... Eu não preciso ir ao banheiro... Eu não preciso ir ao banheiro... Merda! Eu preciso ir ao banheiro!"
Mas continuei deitado, fazendo com que aquelas contrações fossem embora. Sim, elas voltavam. E cada vez mais fortes. Era quase hora do parto. Os intervalos de tempo começarama ficar menores e eu não mais consegui ficar deitado...
Levantei, ergui minha cama, joguei as cobertas e comecei a caminhar. E o chuveiro ligado... No apartamento de 5 metros eu andava. E cada vez mais rápido. Quase comecei a rezar pedindo pra que ele apurasse. E então os intervalos de tempo não mais existiam: Eram contrações e mais contrações. E minha barriguinha pequena fazia:
PPPRRRRRROOOOOOMMMMMMMMMMMMMM...
e PPPRRRROOOOOOMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM...
Eeeeeeeiiiiissss quueee eu senti. Senti que o côco da cabeça do bebê estava apontando, como quem diz: "Eu to saíndo, ô dotô!" Então não teve jeito. Nesta situação só Os Pulos da Bailarina Desesperada pode salvar. Sabe aquele momento em que você chega a ficar na ponta dos pés tentando evitar uma tragédia? Aí eu bati na porta e pedi pra que apurasse...
Depois de mais alguns pulinhos a porta se abriu. "Vamos abrir as Portas da Esperança". Então meu mais novo velho filho pôde nascer.
MORAL DA HISTÓRIA
Moral da história é que eu descobri que eu quero tanta coisa da minha vida, mas que nenhuma dessas coisas irão me servir se eu tomar uma caixa de suco de laranja e não tiver um banheiro e papel higiênico por perto.
Enfim. Momento compartilhado, vamos dormir. Adiós, muchachos (eu ainda to me acostumando com o teclado novo e a nova posição de teclas).



Vaii se fuderrrrrr
Huahuahuahauhauhauhuahauhauahuahauhauhauahuahauhauhauhauahuahauhuahauhauhauhauhauahuahuahauhauhahauhauahuahuahauhauhauahhauahuahuahauha....
Meooo choreii desculpeeee
vc é um idiotaaaa, meo senhor kkkkk
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Sem comentários (extras) de minha parte, rs